Apresentação

No atual cenário jurídico nacional a Tecnologia da Informação e Comunicação – TIC – apresenta-se como uma ferramenta de grande  importância na condução dos procedimentos adotados para a realização da justiça. Tão importante que, em uma iniciativa revolucionária, o  Conselho Nacional de Justiça – CNJ – instituiu, por meio das resoluções de nº 90 e 99/ 2009, que todos os tribunais de justiça nacionais devem elaborar Planos Estratégicos específicos para a área de Tecnologia da Informação e Comunicação e submetê-los à aprovação da Corte Especial  dos respectivos tribunais.

A TIC – Tecnologia da Informação e Comunicação evoluiu de uma orientação tradicional de suporte administrativo para um papel estratégico  dentro das instituições. O uso eficaz da TIC e a integração entre sua estratégia e a estratégia da instituição vão além da ideia de ferramenta de  produtividade, sendo muitas vezes fator crítico de sucesso. Hoje, o caminho para o sucesso não está mais relacionado somente com o hardware e o software utilizados, ou ainda com metodologias de desenvolvimento, mas, com o alinhamento da TIC com a estratégia e as características das instituições e de suas estruturas organizacionais.

Desta forma, deve-se considerar, então, que o ajuste entre as estratégias das instituições, as estratégias de TIC e as estruturas internas,  considerando o seu posicionamento e sua atuação na sociedade, não é um evento isolado ou simples de ser obtido, mas um processo dinâmico e  contínuo ao longo do tempo.
Assim, a aplicação de TIC pode ser ampliada pela capacidade da instituição em explorá-la de forma contínua e sistêmica, possibilitando o  alcance da celeridade e da qualidade desejadas na prestação de seus serviços.
No TJGO, o Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação – PETIC 2010/2014 – que ora apresento à Corte Especial e à  sociedade goiana, tem como finalidade propiciar o cumprimento da nossa Missão que é “Realizar Justiça, assegurando à sociedade um serviço acessível, ágil, eficaz e efetivo, que resguarde a todos o direito, a dignidade e a cidadania”, de forma organizada, sistematizada, eficiente e com a marca da modernidade que o Poder Judiciário goiano quer imprimir hoje ao desempenho de sua prestação jurisdicional.

Goiânia, abril de 2010.

Desembargador Paulo Teles
Presidente

Organograma

À Diretoria de Informática do TJGO, nos termos do Decreto 1.693/2009, compete planejar, dirigir e supervisionar as atividades referentes à  automação dos serviços do Poder Judiciário. E, para tal, conta com a estrutura a seguir apresentada.


 

Missão
Fornecer serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação que assegurem a realização da justiça de forma efetiva.

Descrição da Missão:
Prover soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação de alta qualidade, disponibilizando as informações, a fim de promover serviços  com confiabilidade, segurança, celeridade, efetividade e ética.

Visão
Ser referência no cenário nacional como padrão de excelência nos serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação, prestados à sociedade para realização da justiça.

Valores
Os valores são um esboço das crenças da organização e diretrizes gerais que serão usadas para atingir sua missão. (MEGGINSON, MOSLEY E PIETRI Jr, 1998: 171)

Ética
Respeito aos princípios da moralidade, ressaltando a honradez, a integridade, a dignidade e a probidade em todas as ações.

Inovação
Concepção de soluções modernas e criativas embasadas em novas tecnologias.

Acurácia
Conformidade dos dados, precisão das informações.

Integração
Estimulação da sinergia entre unidades e sistemas para otimizar os resultados.

Celeridade
Provimento de ações que assegurem serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação com agilidade, qualidade e eficiência.

Acessibilidade
Disponibilização de serviços que facilitem o acesso do cidadão ao Poder Judiciário.

Responsabilidade Social e Ambiental
Empenho na melhoria de práticas sociais e ambientais responsáveis, procurando sempre atender às necessidades imediatas da sociedade.

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